sexta-feira, 20 de março de 2015

DEBATE: Genocídio da juventude pobre, preta e periférica

E ai galera, Beleza? 
Aqui é a Alexandra Toretto, e venho deixar minhas anotações sobre o debate que fomos assistir:
Assuntos: 
Genocídio 
Movimento negro unificado em 1878
Movimento hip hop (grande cronista da realidade da periferia)
Cabula 
Caso Rosana 
Caso da Claudia 
Necessidade da mobilização social 
Reforma política
Reforma urbana
Racismo institucional 
Religião
(*Durante o decorrer da semana, postarei aqui sobre esses determinados assuntos que debatemos*)

Anotações: 

- O Brasil e o país que mais "se mata" no mundo, maiores vitimas: estão entre15 a 19 anos, negros moradores da periferia.

- De janeiro a hoje perdemos no jabaquara 17 jovens negros.

- O genocídio de jovens negros no Brasil e base internacional para estudo

- Cisu: apenas 8% da população é preto. "Os caras" (Cisu) já tem o cálculo de quantos jovens pretos vai morrer

- O Brasil e o segundo país que mais encarcera no mundo.

- Só em 2013 a polícia militar matou quase 400 pessoas, 2014 - 804 assassinatos.  Hoje temos mecanismo que aceitam que matem no Brasil.

- Na ditadura militar criou "resistência seguida de morte" onde o policial diz que matou em legítima defesa. 

- Kit flagrante (mochila carregada em cambur**s com cocaína, arma raspada) 

- Apenas 8% dos inquéritos são levados pra frente e investigados.





- Enquanto alguns "coxinhas" pedem intervenção militar, nos da periferia clamamos pela democracia e ampliação de diretos, para termos direito a saúde, educação. 
- Pulo do gato preto: reuniões de negros, periféricos discutindo sobre o que passa. 


- Malcon x : pense comigo, onde estão os maiores índices de criminalidade, na periferia, onde tem mais polícia,na periferia, se no lugar onde se tem mais polícia e crime, a polícia e conivente com isso.



- Periferia é periferia em qualquer lugar.

- Hip Hop: Temos como problema desde sempre, professores que não tinham estrutura pra receber o movimento que vinha ali. Isso não é moda, isso é resistência. Não pode deixar de ser protesto. 



- Ou você morre, ou você abraça o que o sistema diz. Bater sobre o sistema sofre o reflexo igual a extermínio.

Ai eu te pergunto: O que que a gente faz pra não continuar morrendo?

Espero que pensem e achem soluções.
Um forte abraço,
Força.